Cleber Americo da Conceicao

CLEBER: SE NÃO FOSSE O SENHOR, NÃO HAVERIA O QUE COMEMORAR

Vim de família humilde e não cristã. Queria muito melhorar de vida e busquei ajuda com uma mãe-de-santo que morava nos fundos da minha casa. Nada do que ela me dizia dava certo.

Em 82 comecei a treinar na Escolinha de Futebol do Atlético Mineiro. Por causa do testemunho do João Leite que atuava no profissional, e era sempre muito sério e respeitado, interessei-me por Jesus, até que um dia O recebi na minha vida.

Meu futebol cresceu. Fui jogar na Espanha, voltei a atuar no Brasil, jogando no Palmeiras.

Para a Copa de 94, nos Estados Unidos, não fui convocado e fui excursionar com o Palmeiras pela Colômbia. No meio da seqüência de jogos, recebi a notícia de que o, Ricardo Gomes, titular da zaga brasileira havia se machucado e a comissão técnica estava à minha procura. Fiquei na expectativa da chamada. Enchi-me de confiança, já sentia o peso da camisa canarinho, preparava-me para o grande momento... Mas a convocação não veio. Jornalistas alegaram que não fui achado e outro zagueiro havia sido chamado.

A decepção foi muito grande e a tristeza também. Foi muito difícil de enfrentar. Coloquei tudo diante de Deus e agradeci a Ele por meu nome ter sido lembrado. Ele sabe todas as coisas... O Espírito Santo nos alerta a depender de Deus em toda e qualquer situação. Restou-me colocar isso em prática.

O ano de 96 foi muito bom para minha carreira. Fui campeão paulista pelo Palmeiras, tive ótimas atuações, fiz gols importantes. Recebi um prêmio entre os atletas que se destacaram daquele ano. No dia da entrega toda elite do futebol paulista estava reunida. Na minha vez, o apresentador levantou a bola pedindo que eu falasse alguma coisa sobre minha fé. Nunca imaginei ter uma oportunidade como aquela. Dei meu testemunho e falei do amor de Deus por todos que estavam lá. Em 97 finalmente fui convocado para o Seleção Brasileira. Eu me saí bem e meu nome passou até a ser cogitado para a Copa do Mundo...

Através do futebol aprendi que a glória das conquistas é vazia. Medalhas e troféus vão escurecer com o tempo, mas nada apaga as experiências com Deus. Se não fosse o Senhor, não haveria motivo para comemorar. Curto minhas vitórias profissionais pela certeza de que elas vieram de Deus e porque Ele pode usá-las para Sua própria honra e glória. Mas a grande vitória é aquela que Cristo conquistou para mim no lance da cruz. Essa sim é eterna.

Se você quer saber mais sobre como lidar com as decepções da vida e dar a volta por cima

Leia: Hebreus 13:20 e 21

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